
A Odisseia dos Tontos
Na Argentina de 2001, uma turma de amigos decide juntar dinheiro para reabrir uma cooperativa agrícola e aquecer os negócios da pequena cidade onde vivem. Mas, assim que fazem o investimento, a economia argentina entra em colapso e eles descobrem que sofreram um golpe do advogado e do gerente do banco. O grupo, então, decide montar um plano para recuperar o dinheiro. O filme é baseado no livro La Noche de la Usina, do escritor Eduardo Sacheri.
Onde assistir
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A leitura editorial do Filtro Digital + reações da comunidade — não uma alegação de que a obra é objetivamente “woke”.
Perguntas frequentes
"A Odisseia dos Tontos" é apropriado para crianças?
O Alerta de Conteúdo do Filtro Digital para "A Odisseia dos Tontos" é "Leve" (10/100), medindo sexo, violência, linguagem e uso de drogas. Um exemplo da evidência que sustenta essa leitura: a análise editorial ainda não tem uma citação específica registrada para este eixo. Veja o detalhamento completo por eixo abaixo para decidir se é apropriado para sua família.
Ver detalhamento por eixo"A Odisseia dos Tontos" tem conteúdo woke/ideológico?
Na leitura editorial do Filtro Digital, "A Odisseia dos Tontos" tem presença ideológica classificada como "Leve". Isso é opinião com evidência, não veredito: um exemplo citado é a análise editorial ainda não tem uma citação específica registrada para este eixo. O FiltroScore geral (limpeza + valor + nota do público) é 84/100. Veja todos os eixos e suas evidências no detalhamento abaixo.
Ver detalhamento por eixoOs scores refletem a análise da comunidade e da IA como opinião com evidência — não um veredito factual.
- referência da IA — não verificadaA obra apresenta cenas de violência de forma muito contida, como um acidente de carro que resulta na morte da personagem Lidia, ocorrido no início da narrativa, o qual é retratado sem a exibição de ferimentos detalhados ou sangue excessivo. O restante da trama foca em planejamento estratégico e humor, sem apresentar agressões físicas graves ou mutilações.
- referência da IA — não verificadaA obra retrata a crise financeira argentina de 2001 e a implementação real do bloqueio de saques bancários conhecido como 'corralito'. A narrativa baseia-se em um plano de assalto ficcional engendrado pelos moradores de uma pequena cidade, constituindo uma liberdade dramática ficcional em cima de um cenário histórico real de colapso econômico.
- referência da IA — não verificadaA obra apresenta personagens com diferentes afiliações ideol��gicas, retratando o personagem Fontana como anarquista e o personagem Belaúnde como um fervoroso peronista que chega a gritar 'Viva Perón'. No entanto, essas características são pontuais e a trama não é enquadrada sob a perspectiva de conflitos entre grupos de identidade de gênero, raça ou orientação sexual.
- referência da IA — não verificadaA obra contém diálogos em que os personagens utilizam termos coloquiais e de calão moderado típicos do vocabulário argentino (tais como 'mierda', 'carajo', 'boludo' e 'hijo de puta') para expressar desespero e indignação diante da perda de suas economias, caracterizando um uso ocasional de linguagem rude.
Leitura ideológica (opinião editorial)
Esta é a leitura editorial do Filtro Digital + reações da comunidade — não uma alegação de que a obra é objetivamente X% woke.
- Anti-Família0,0Análise de IA · Modelo: Gemini (IA)
O que significa cada eixo?
Retratar a família natural ou a parentalidade como opressora ou ultrapassada.
- Subversão da Fé0,0Análise de IA · Modelo: Gemini (IA)
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